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Seu sonho para o novo ano é ser dono do seu próprio negócio? Diante de estatística empregatícias ainda preocupantes e o desejo por uma renda extra, empreender se tornou o desejo de muitas pessoas em 2018.
Para quem faz parte desse grupo, os empreendedores e especialistas consultados pelo site Exametêm uma boa notícia: este ano será melhor economicamente do que o anterior.
“Tudo leva a crer que 2018 é um ano em que irá começar uma temporada de crescimento econômico, após anos de crise. A bolsa já começa a operar melhor, o que indica investimento por parte das empresas e estabilidade no mercado. Mas eventos como as eleições de outubro podem balançar um pouco esse cenário”, afirma Alexandre Diniz, empreendedor e diretor do grupo de franquias Acerte.
“Melhor do que 2016 ou 2017 com certeza será. A gente atende clientes de diversos setores, então conseguimos perceber o grau de motivação dos empresários, o que inclui planos de investimento em maquinário e expansão”, completa Eduardo Peres, da consultoria de estratégia e finanças corporativas GlobalTrevo. “Se você realmente conhecer seu setor, souber de técnicas de gestão e se planejar, suas chances podem ser melhores do que se você houvesse aberto o negócio antes.”
O otimismo calculado é reforçado por Ana Paula Tozzi, CEO da AGR Consultores. “Apesar de ser um ano de eleição, 2018 será bem recebido tanto pelos empresários quanto pelos consumidores. O último Natal foi o melhor dos últimos anos, por exemplo, o que mostra uma melhora de humor dos consumidores e sugere uma predisposição de sucesso em negócios de prioridade mais marginal, que até então estavam com dificuldades.”
Ficou com vontade de empreender, diante das boas expectativas? Para evitar más decisões e perdas desnecessárias de capital, é preciso antes entender os fundamentos da criação e gestão de uma pequena empresa. Adiantaremos um conselho fundamental, que você está praticando neste momento: pesquisa e preparação são a base para o sucesso. 
Confira, a seguir, as cinco dicas de que você precisa saber para abrir seu próprio negócio em 2018:
1 — Empreenda naquilo que você já domina

 

Um grande erro dos empreendedores iniciantes é começar um negócio apenas com base em suas paixões de fim de semana, e não após um bom estudo de mercado: por exemplo, abrir o próprio restaurante apenas por gostar de cozinhar. “Empreenda naquilo que você conhece, e não necessariamente no seu hobby”, alerta Tozzi, da AGR Consultores.

“Abrir um negócio naquilo que você não conhece é não saber comprar, precificar, vender e até produzir. São muitos desafios, especialmente para quem nunca empreendeu”. Um restaurante, por exemplo, exige conhecimentos de locação, de equipamentos de cozinha, de mão de obra especializada, de giro de estoque perecível e de giro de mesa.
A dica de conhecer seu mercado – e as boas práticas das melhores empresas no ramo – também vale caso você decida ser franqueado, e não criar um negócio do zero.
“Busque empresas sólidas, com vivência em ciclos de alta e baixa atividade econômica. Isso mostrará que, chega crise e passa crise, o empreendimento continua existindo. Você aumenta suas chances de sucesso ao fazer uma boa análise de mercado e aliar-se a marcas corretas”, afirma Diniz, do Grupo Acerte.
2 — Prepare-se financeiramente – e muito

 

Além de conhecer sobre seu futuro setor de atuação, outro ponto fundamental para ter seu próprio negócio é preparar-se financeiramente para tal. Nessa hora, coloque todos os possíveis gastos na ponta do lápis.

“Planeje-se muito para a empreitada: pense em como você irá crescer e, a partir daí, calcule qual o investimento inicial necessário, quantas pessoas serão contratadas e qual o capital que deve ser separado para ativos fixos e para capital de giro, por exemplo”, alerta Peres, da GlobalTrevo.
O capital de giro, chamada também de capital circulante, é o calcanhar de Aquiles da maioria dos empreendimentos: a falta de dinheiro para segurar a barra entre prazos de receita e prazos de despesas é a maior causa alegada de mortalidade nas empresas brasileiras, segundo estudo do Sebrae. 
“A primeira dica que a gente sempre dá é: cuidado com o capital de giro. Muitas operações acabam morrendo nos dois primeiros anos, mesmo que a ideia de negócio seja legal, por falta de dinheiro reservado. Afinal, quanto mais você vende, de mais capital de giro você precisará para esperar os pagamentos enquanto paga fornecedores”, diz Tozzi.
A CEO da AGR Consultores também aponta outro erro financeiro comum aos empreendedores: achar que o lucro chegará em pouco tempo. “Ganhar dinheiro como empreendedor não vem tão rápido. Você terá de reinvestir na empresa, inclusive separando mais capital de giro. Se você quer empreender, mas não tem reserva para sustentar sua família até o retorno chegar, é melhor arrumar um emprego e abrir um negócio só depois.”
3 — Escolha muito bem seu ponto comercial

 

Para negócios que dependem do contato imediato e pessoal, como lojas de varejo físico, escolher um bom ponto comercial é fundamental para o sucesso do empreendimento.

“Invista no melhor ponto, e não necessariamente no mais barato.  Quando você não tem uma grande marca, seu negócio não é ponto de destino: o fluxo de pessoas é essencial para que você consiga mais consumidores”, diz Tozzi, da AGR Consultores. Um movimento possivelmente interessante é apostar em uma rua conhecida pelo comércio de produtos similares ao seu, como uma só com vestidos de noiva ou só com eletrônicos, por exemplo.
4 — Fuja das modas e procure negócios recorrentes

 

Outro grande erro de principiante é apostar em negócios que estão na moda – como foram as paleterias há alguns anos, até a maioria de tais negócios quebrarem.

“Busque produtos com uma demanda recorrente, que continuarão existindo e sendo demandados independente da época do ano”, recomenda Diniz, do Grupo Acerte. “Alguns exemplos são os empreendimentos relacionados a serviços, que serão ainda mais pedidos com as terceirizações, ou produtos tradicionais aos brasileiros, como pizzarias.”
5 — Deixe a preguiça de lado

 

Por fim, uma dica fundamental: seu negócio não trabalhará por você. Como empreendedor, você trabalhará ainda mais do que quando era funcionário – e o retorno do investimento só chegará com muita dedicação.

“Não economize em horas de trabalho, já que nada substituirá seu próprio esforço e só assim sua empresa irá se desenvolver. Lembre-se: o início é sempre mais cansativo, desgastante e incerto”, alerta Peres, da GlobalTrevo.
Diniz, do Grupo Acerte, evoca um antigo ditado: “o olho do dono é que engorda o gado”. “Ninguém irá cuidar do negócio como o dono. É impossível deixar tudo na mão de um terceiro e achar que a empresa teria o mesmo resultado do que com sua própria gestão e empenho.”

Fonte: exame.abril.com.br
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A legislação muda constantemente: obrigações são ampliadas ou reduzidas, e processos são modificados — obrigando gestores a se adaptarem e gerando dúvidas. Em meio a isso, algumas incertezas que surgem são relativas à emissão de notas fiscais para MEIs e optantes do Simples Nacional.
Um dos motivos desse assunto render muitas questões é o fato de ambos os enquadramentos concederem facilidades e menor burocracia. Porém, ao mesmo tempo, impõem algumas obrigações iguais às das demais empresas dos regimes gerais.
Então, agora vamos esclarecer dúvidas que você pode ter em relação aos documentos fiscais. Acompanhe e fique preparado para começar suas emissões!
O valor tem a ver com a obrigatoriedade da emissão?
Antigamente, dependendo do faturamento anual do negócio, era possível utilizar as notas em blocos — mas a obrigatoriedade ou não nunca teve a ver com o valor da operação.
Agora, o fato é que o tempo das emissões manuais não existe mais. Então, independentemente do produto, serviço ou valor, é sempre necessário emitir a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). E o mesmo vale para questões como faturamento anual, segmento de atuação ou enquadramento tributário.
É obrigatório ter certificado digital e software emissor?
Ainda é possível utilizar o emissor gratuito da Secretaria da Fazenda (Sefaz). Porém, ele foi desativado a partir de janeiro de 2017, quando todas as empresas terão de contratar soluções para conseguirem emitir seus documentos.
Já o certificado digital, é algo que dificilmente algum empreendimento não tem, pois é necessário também para outras brigações. De qualquer forma, até dezembro deste ano, apenas se poderá emitir notas utilizando senha de contribuinte da Sefaz — desde que o valor da nota não supere os R$ 10 mil, e o valor do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) não ultrapasse os R$ 1 mil.
É preciso autorização para ser emissor?
Antes de qualquer emissão, MEIs e optantes do Simples devem se cadastrar no site da Sefaz do estado.
O pedido de autorização precisa ser feito primeiramente para o ambiente de teste, no qual as notas não têm validade jurídica. Logo após, o cadastramento para o ambiente de homologação — para emissão dos documentos válidos juridicamente — fica disponível.
Microempreendedores apenas necessitam preencher o número do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) no campo determinado e marcar a opção “Isento”, em relação ao ICMS. Já as empresas enquadradas no Simples Nacional, devem preencher ambos os cadastros.
Como proceder com as notas de serviços?
As prestações de serviços são tributadas pelas cidades, por meio do Imposto Sobre Serviços (ISS). Por isso, cada cidade define se a emissão é feita apenas em sistema próprio ou se é possível utilizar outro software; se há necessidadede certificado digital ou somente senha de usuário; se o credenciamento prévio é necessário, e todos os demais critérios.
 
Como saber o CFOP a ser usado?
O Código Fiscal de Operações e Prestações (CFOP) depende da mercadoria, ou serviço, e da transação a ser feita. Por exemplo, a revenda de produtos para cliente do mesmo estado pode ser feita com o CFOP 5.102. Já as prestações de serviços, levam o código 5.933 — de serviços tributados pelo ISS.

São dezenas de CFOPs existentes, para as mais diversas situações possíveis. Por isso, salve o link de consulta do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz)Nele, além dos números e descrições, há breves explicações de quais situações exigem determinados CFOPs.
Apenas vendas e prestações exigem emissão de NF-e?
Toda e qualquer operação fiscal deve ser acompanhada de um documento fiscal, mesmo aquelas que não geram faturamento. Por exemplo, o CFOP 5.911 é utilizado quando se faz uma remessa ao cliente de produto para amostra grátis.
Mesmo processos internos, mas que ainda assim movimentam produtos e o registro de compras e estoque da empresa, necessitam de nota fiscal.
Alguns códigos — como o 5.927, para lançamento devido à baixa de estoque por perda, roubo ou vencimento — são direcionados apenas a tais procedimentos.
O que é XML e o que fazer com ele?
O XML é um arquivo no qual a nota fiscal é descrita em códigos, e nele estão todas as informações preenchidas e geradas. Aliás, é ele quem autoriza o uso do documento no momento da transmissão para a Sefaz.
Ou seja, ele é a nota fiscal de fato — enquanto o que pode ser visualizado e impresso é apenas um documento auxiliar.
Portanto, não ignore o XML. A cada emissão, envie-o ao cliente antes mesmo de remeter a mercadoria com a nota impressa. E armazene-o no computador ou qualquer outra mídia segura. Ambas as práticas são obrigatórias por lei.
É necessário informar os dados de transporte na NF-e?
Sua venda será apreendida, e possivelmente até o veículo, caso você não faça isso e alguma unidade da Sefaz pare sua carga em trânsito para uma fiscalização. Além disso, a multa pode representar o dobro do valor da nota fiscal da ocasião.
Ou seja, MEIs e optantes do Simples Nacional, como os demais negócios, precisam informar os dados do frete. E os campos são os seguintes:
  • Nome do transportador ou da empresa transportadora e seu CPF ou CNPJ;
  • Frete por conta de emitente ou destinatário — opções 1 e 2 respectivamente;
  • Código da Associação Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) do veículo;
  • Placa do veículo;
  • Endereço do transportador ou da empresa transportadora;
  • Sua inscrição estadual, caso tenha;
  • Espécie dos volumes — por exemplo, caixas;
  • Quantidade dos volumes;
  • Marca do produto;
  • Numeração de lote;
  • Pesos bruto e líquido da carga.
O que é NCM?
A sigla significa Nomenclatura Comum do Mercosul — um número de cadastro para cada produto existente, igual para todos os países integrantes do Mercosul.
Ele é obrigatório em todas as emissões e deve ser preenchido corretamente de acordo com o grupo, subgrupo e item referente à mercadoria descrita na nota. E isso requer atenção, pois algumas descrições, com diferentes números, são muito parecidas.
Na pesquisa de NCM disponibilizada pela Receita Federal, é possível procurar o código do produto pela descrição dele, o que facilita bastante a tarefa. Basta localizar o cadastro adequado e utilizar os oito dígitos da sua última subdivisão.
Como você viu, MEIs e optantes do Simples Nacional não têm alternativa à NF-e, e ela demanda alguns procedimentos e cuidados.
Via E-Gestor 
Fonte: jornalcontabil.com.br
 
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A partir de agora é obrigatória a identificação do CPF ou CNPJ na emissão da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) em compras iguais ou acima de R$ 500 nos estabelecimentos comerciais da Paraíba. A portaria foi publicada em 26 de abril de 2017, no Diário Oficial Eletrônico da Receita Estadual, mas está valendo desde 1 de janeiro de 2018.

A exigência da obrigatoriedade do CPF na Nota Fiscal foi adiada por oito meses após a solicitação das entidades de classe e de empresários de setores varejistas, para fazerem adequações ao sistema, realizarem treinamento junto aos operadores de caixa e também para estabelecer um período de adaptação aos consumidores.

O prazo inicial, de acordo com a portaria, havia sido maio de 2017, mas diante da aceitação das reivindicações do setor a inclusão do CPF ficou apenas facultativa e sem penalidades para que os estabelecimentos paraibanos realizassem as adequações necessárias.

“Esse adiamento para a obrigatoriedade no prazo de oito meses foi suficiente para que os estabelecimentos comerciais realizassem uma campanha educativa de cunho pedagógico, gerando assim o hábito tanto entre os operadores de caixa para solicitar o registro do CPF na Nota Fiscal Eletrônica ao Consumidor como aos clientes nas compras acima de R$ 500”, explicou o secretário de Estado da Receita, Marconi Marques Frazão.

Embora a obrigatoriedade só tenha entrado em vigência em 2018, algumas redes de farmácias, supermercados e lojas de departamento na Paraíba já solicitam ao cliente o CPF no ato da emissão da Nota Fiscal desde o ano passado, até mesmo em valores inferiores.

De acordo com a Receita Estadual, além de possibilitar a garantia de recuperação do documento fiscal em caso de perdas e rasuras, a inclusão do CPF garante a identificação do consumidor para comprovar a compra, caso o produto tenha defeitos ou vícios desde a origem. A Receita Estadual ainda esclarece que para o comércio varejista, a inclusão do CPF não vai influenciar no pagamento da alíquota do ICMS, pois o imposto será o mesmo.

Quem não cumprir com a obrigatoriedade, uma nova multa foi estipulada para em caso de descumprimento da exigência do CPF ou CNPJ em caso de compras igual ou acima de R$ 500 na Paraíba. O valor será de uma UFR-PB por documento fiscal eletrônico emitido, limitando a dez UFR-PB por mês.

 
Fonte: (g1.globo.com)
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Mudança da validação da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) vai afetar empresas e contadores em 2018

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Governo da Paraíba sanciona lei que vai beneficiar 23.978 microempresas em 2018

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O varejista compra, vende e paga os tributos previstos em lei. A fórmula pode parecer simples, mas a gestão fiscal do varejo brasileiro é bem mais complicada do que parece. O fato se torna ainda mais difícil diante de um cenário nada favorável — a previsão da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) diz que o volume de vendas deve cair 3,3% este ano.
 
Com inflação alta, baixo poder aquisitivo e crédito restrito, a solução é rever os processos para reduzir os custos e não precisar fechar as portas — pelo menos, até a tempestade econômica passar. Por isso, esta é a melhor hora de rever a gestão fiscal da sua loja de varejo!
Algumas práticas de gestão fiscal podem ajudar muitas empresas varejistas a se manterem competitivas, como é o caso de um bom planejamento tributário, controle fiscal eficiente, regime tributário adequado, pagamento de tributos devidos, cumprimento das obrigações acessórias e um bom planejamento de longo prazo com perspectiva fiscais e contábeis.
Fica difícil saber qual a real situação da empresa ou mesmo se ela está irregular com o Fisco, sem uma boa definição das metas. Especialmente no varejo, em que a movimentação financeira demanda maiores cuidados pelo grande volume e as chances de algo dar errado ou o empreendedor se perder nos prazos das obrigações são bem maiores, levando a multas, juros e uma enorme dor de cabeça.
Por isso, conheça a seguir algumas dicas para melhorar a gestão fiscal da sua loja varejista, que o ajudarão a vencer os desafios diários. Acompanhe!
1. Fique de olho nas obrigações fiscais
O número de obrigações fiscais para o setor varejista só aumenta. Por isso, manter tudo organizado e controlado é o primeiro passo para uma gestão fiscal assertiva.
A boa notícia quando se trata do aumento de obrigações acessórias é que a grande maioria já faz parte de um processo automatizado, tornando-as mais racionais e mais fáceis — o que não significa que a preocupação diminui, muito pelo contrário. Entre as principais obrigações fiscais que os varejistas devem ficar de olho estão:
Escrituração Contábil Fiscal (ECF)
A ECF veio para substituir a Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ). Trata-se de uma obrigação bastante complexa que exige que o contribuinte informe todas as operações que compõem a base de cálculo e o valor apurado de IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica) e de CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido).
A ECF demandará bastante atenção do varejista e, apesar de a sua entrega ter sido adiada para setembro de 2016, é preciso que a implementação comece desde cedo, capacitando profissionais e preparando o ambiente organizacional para as novas exigências.
Bloco K do SPED
Livro Registro de COntrole de Produção e do Estoque — o Bloco K. Contribuintes terão que escriturar todas as notas fiscais de entrada de mercadorias e, também, as de uso interno. Apesar de a implementação ter sido prorrogada para 2017, é preciso que empreendedores comecem a se preparar para as mudanças, que não serão poucas.
eSocial
A entrega começa a ser obrigatória a partir de setembro de 2016 para empresas que possuem faturamento de mais de R$ 78 milhões anuais. Para as outras, a obrigação fica para 2017. O eSocial é um programa que facilitará a validação, o armazenamento e a distribuição das informações prestadas por todo contribuinte (pessoa física ou jurídica) que tenha empregados.
2. Faça um bom planejamento fiscal
É imprescindível a adoção de um bom planejamento fiscal. Empreendedores que não levam em consideração aspectos tributários na sua gestão, por exemplo, não administram corretamente o ônus tributário ou mesmo não garantem uma economia legal do quanto que se tem que pagar de tributos ao governo (impostos, taxas e contribuições) e podem colocar em risco todas as etapas produtivas do negócio.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 50% das empresas fecham as portas em menos de 3 anos pelo mau planejamento fiscal. Por isso, é preciso colocar tudo na ponta do lápis: encargos fiscais incidentes nas atividades dos negócios, obrigações acessórias, bem como a criação de uma reserva que possa cobrir eventuais problemas — no caso de falhas internas que possam atrasar a entrega de uma obrigação acessória, gerando, assim, multa.
3. Pesquise sobre os benefícios fiscais
Nos últimos anos, o governo (federal, estadual ou municipal) vem concedendo benefícios fiscais a certas empresas. O objetivo é estimular uma determinada atividade ou um setor específico. Entre os benefícios, estão o direito à redução da alíquota do imposto, de compensação, de isenção, entre outros.
Por meio de projetos voltados para pesquisas, desenvolvimento e inovação tecnológica, as empresas podem usufruir dos incentivos fiscais e, ainda, alavancar os resultados do próprio negócio. Logo, é fundamental que os empreendedores conheçam as políticas de benefícios fiscais e a possibilidade de poder utilizá-los.
4. Escolha um regime tributário adequado
Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real? Na escolha de um regime tributário inadequado, a empresa pode pagar mais impostos do que deveria e, ainda, estar ilegal diante do Fisco.
Para o sucesso de qualquer tipo de negócio, é fundamental uma boa gestão fiscal. Uma opção malfeita pode comprometer seriamente a saúde do negócio.
A situação fiscal de uma empresa pode mudar de um ano para outro. Assim, é indispensável que o empreendedor realize um planejamento tributário periódico para saber quais modelos são aplicáveis e, ainda, se é o mais adequado.
É necessário que o contribuinte acompanhe os números de perto. Só assim será possível avaliar qual a melhor escolha e qual trará os melhores resultados.
5. Utilize um software de gestão fiscal
Inúmeras obrigações fiscais passaram a ser entregues em formato digital, dispensando qualquer tipo de documento físico. Com isso, é indispensável que empreendedores passem a contar com a automatização dos processos fiscais internos.
Com o uso de um software de gestão fiscal, é possível integrar não apenas todos os setores da empresa, mas também os sistemas. Assim, o controle e o monitoramento passam a ser mais eficientes, permitindo que as informações possam ser tratadas de forma mais ágil e, no caso de alguma irregularidade, sejam resolvidas rapidamente, evitando problemas com multas e sonegação fiscal. Entre em contato com Cupom Fiscal e solicite o software certo para o seu negócio! 

Fonte: casamagalhaes 
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Durante minha jornada tenho conhecido diversas pessoas ávidas sobre o alvo de se tornarem empreendedoras, porém totalmente desconectadas das responsabilidades que a cercam diante de tão grandiosa missão. É importante que tenhamos em mente a concepção de que existem premissas básicas para construção sólida na jornada para o sucesso, esses pilares estão, também, fundamentos em desenvolvimento de competências do empreendedor.

Não é raro ver pessoas desejosas de crescer, com ideias maravilhosas e dispostas a empreender. Tão comum quanto é ver a utilização da palavra "risco" justificando o despreparo do empreendedor em competências chave para o sucesso nos negócios.

Embora existam diversas fontes fomentadoras de conhecimento em nosso país, boa parcela dos empreendedores não as utiliza para que tenham êxito em sua jornada. Instituições como SEBRAE, o portal Administradores.com e outras mais tem despertado e multiplicado capacitação através do conhecimento, e na maioria dos casos, dados e informações que vieram de empreendedores maduros e que já produziram resultados, fator que gera uma economia de tempo e aumento de índice de acerto para os que entenderem, absorverem e praticarem o que é compartilhado.

Estudos realizados por instituições como o SEBRAE apontam que entre os principais motivos de mortalidade das empresas está a falta de capacitação do empresário, que insiste em não se capacitar e consequentemente não promover boas praticas de gestão em seus negócios.

Diante dos fatos, compartilho aqui 3 principais competências que empreendedores de sucesso precisam desenvolver:

1 – Hábito de absorver conhecimento
O mercado é mais competitivo a cada dia, a velocidade e avanço de novas tecnologias e a disseminação de conhecimento para todos precisa provocar em nós: empreendedores, o desejo de crescer e absorver mais conhecimento.

Fechar as portas para o futuro ou trancar-se para métodos novos só colocará seus negócios em uma posição de risco. Por outro lado, achar que sabe de tudo e que ninguém pode te ensinar algo novo faz com seus olhos se fechem para a construção do saber.

É imprescindível criar hábitos saudáveis de leitura e crescer em conhecimento. Viajar e se relacionar com pessoas que pensam diferente podem ajudar bastante na sua mudança de mindset.

2 – Criar bons relacionamentos
Conheço empresário que acham que seu único problema é não ter dinheiro. Dai faço uma pergunta: - porque você não procura um banco? (pense nisso!).

Se relacionar e conectar-se com pessoas que podem te ajudar e que sabem, viveram mais experiências ou tiveram resultado é super importante, porém lembre-se que a vida é construída de bons vínculos, não se conecte com pessoas apenas por interesse, procure ser genuíno, porque em contrapartida dos empresários que citei anteriormente, existem outros que acham que sua solução é conhecer alguém influente e nada mais, daí sua vida mudará do dia para a noite. Cuidado com essa mentalidade!

Não queira construções sólidas em bases pouco confiáveis, se conecte, se importe e faça a diferença na vida das pessoas. O Rafa Prado, um grande companheiro de negócios e Best-seller do livro “100 Graus – O ponto de ebulição do sucesso”, uma grande referência do empreendedorismo brasileiro, me disse uma frase que até hoje tem me marcado: 

“Quer se tornar rico? – Faça os outros ricos!” .

3 – Persistência
Conheço diversos empreendedores que em sua jornada inicial defendem seus projetos e sonhos e após determinado período desanimam e acabam culpando tudo e todos do seu fracasso e falta de desenvolvimento.

Aprenda a ser constante em sua missão, alvo e tarefas. Torne-se fiel a causa que uniu pessoas a sua volta e faça com que se comprometam com o projeto que nasceu em seu coração primeiro.

Se os passos anteriores estiverem bem fundamentados, seja firme e avance. Sua jornada sempre estará iniciando porque sempre ocorrerão mudanças e você precisará se reinventar. Esse é o bom desafio do empreendedor!

Fonte: administradores.com.br

 
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Com um procedimento mais prático e eficaz tanto para a fiscalização do governo, quanto para a emissão e o manuseio pelas empresas, a nota fiscal eletrônica (NF-e) foi desenvolvida para modernizar o modo como emitir nota fiscal no país. O projeto visa a substituir o modelo tradicional de papel no Brasil. No entanto, é um processo gradativo e está sendo implementado em várias fases.Inicialmente, a emissão de Nota Fiscal Eletrônica foi feita de maneira progressiva, tornando-se obrigatória primeiro para empresas que exercem determinadas atividades operacionais, principalmente para os contribuintes do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e/ou do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Como é um projeto iniciado em 2006, no decorrer dos anos mais tipos de negócio passaram a ser elegíveis para a NF-e, incluindo optantes pelo Simples Nacional e MEI (Microempreendedores individuais).

Para saber se sua empresa está entre as que estão obrigadas a aderir a NF-e você deve consultar o Portal NF-e da Receita Federal, o site da Sefaz (Secretaria de Estado da Fazenda) de seu Estado ou de Secretaria da Fazenda de sua cidade (no caso das empresas de serviço). Apesar de já ser uma realidade no país, ainda é comum encontrar empresários com dúvidas a respeito de como funciona a nota fiscal eletrônica. Pensando nisso, reunimos nesse guia as principais informações que você precisa saber sobre a NF-e.

Passo a passo para emitir NF-e em sua empresa

A seguir elaboramos um passo-a-passo que você deverá seguir para sua pequena empresa se tornar emissora da NF-e, mesmo que voluntariamente:

1.  Verifique o caso fiscal da sua empresaa.

2.   Adquira um certificado digital.

3.  Realize seu credenciamento na secretaria da fazenda.

4.  Adote um software emissor de NF-e.

 

Mas vamos detalhar cada um dos passos de como emitir nota fiscal:

1. Verifique o caso fiscal de sua empresa:

Um dos fatores determinantes para o processo da nota é saber qual é o tipo de enquadramento da empresa. MEI tem regras diferentes das empresas do Simples Nacional e de outros regimes de tributação, definido na abertura ou refeito quando necessário. Seu contador é a pessoa certa para ajudar e orientar você na hora de entender o cenário, o tipo de nota que pode ser emitida etc.

2. Adquira um certificado digital:

Para ter validade jurídica, a nota fiscal eletrônica precisa de uma assinatura digital, para confirmar sua autenticidade e provar que foi a sua empresa que emitiu a nota. Você deverá adquiri-lo junto a uma Autoridade Certificadora credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP).

3. Realize seu credenciamento na secretaria da fazenda

Você precisa estar cadastrado para emitir a nota fiscal eletrônica na Secretaria de Estado da Fazenda onde sua empresa está instalada. O cadastro geralmente é simples, mas varia de um estado para o outro, por isso é interessante que você procure um contador que conheça a legislação local para te ajudar. Inicialmente você pode escolher a modalidade de credenciamento “Em homologação”, assim suas notas ainda não serão enviadas oficialmente, mas apenas como um teste até que você receba o treinamento adequado e esteja apto a emitir a NF-e. Quando isso acontecer, basta mudar a opção de credenciamento para “Em produção”.

4. Adote um software emissor de NF-e

Você vai precisar usar um software de notas ficsias eletrônicas.

 

*Conheça os softwares e hadwares da Cupom Fiscal Sistemas.

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Um passo simples, mas bem importante, para garantir que sua empresa esteja legalizada é fazer a emissão de Notas Fiscais Eletrônicas (NFs) para suas vendas e serviços prestados. Mas quem nunca teve uma dúvida em relação ao tipo de Nota Fiscal Eletrônica? Quais as diferenças entre elas? Vamos esclarecer ponto por ponto para não ficar nenhuma dúvida. Não é de hoje que o empreendedor encontra uma série de desafios para abrir um negócio, consolidar sua empresa e ter sucesso no país. O ambiente de negócios no Brasil possui características únicas, muitas vezes burocráticas, que dificultam a vida de quem quer se tornar dono do próprio negócio. E provavelmente um dos temas que mais tira o sono dos empreendedores brasileiros é a parte tributária e fiscal. Para ajudar você a se desvencilhar deste amaranhado fiscal, preparamos estas informações, com tudo sobre os tipos de nota fiscal eletrônica, confira!

O que é Nota Fiscal e quais os tipos de Nota Fiscal Eletrônica?

Atualmente existem cerca de 20 milhões de empresas ativas em todo o território nacional. Apesar do avanço da formalidade nos últimos anos, ainda existem muitas empresas e pessoas que atuam de forma ilegal em seus negócios. O Governo Federal do Brasil estima que somente no ano de 2016 cerca de R$500 bilhões de reais foram sonegados no país. Deixando de lado a discussão política e econômica de como este dinheiro deveria ser usado, é uma quantia enorme que cada vez mais ganha atenção dos diferentes agentes do mercado. Dado isso, não corra riscos e cuide bem deste assunto na sua empresa!
O que é Nota Fiscal (NF) e Nota Fiscal Eletrônica (NFe)?

Antes de falarmos dos tipos de Nota Fiscal Eletrônica, é importante entender primeiro o que é a Nota Fiscal (NF). Nota Fiscal é um documento fiscal brasileiro que busca registrar as transações de vendas de mercadorias, prestação de serviços e transferência de bens feitos por uma empresa para outra empresa ou pessoa física. Quando existe valor financeiro nestas transações (maioria dos casos) a Nota Fiscal também tem o papel de recolher impostos e, por isso, a não emissão se enquadra como sonegação fiscal. Antigamente as Notas Fiscais eram documentos de papel, preenchidos a mão pelas partes envolvidas na transação.
Quem nunca se deparou com um papel cheio de quadrinhos e rabiscos? Sim, há algum tempo atrás você tinha que assinar com uma caneta a Nota Fiscal para constar que uma encomenda tinha sido entregue, sendo que cada parte ficava com uma via desta Nota. Com o avanço da tecnologia, este processo foi se transformando e está cada vez mais digitalizado em todo o Brasil. A Nota Fiscal Eletrônica (NFe) é a versão digital do documento fiscal tradicional. Ela pode ser emitida e armazenada virtualmente, sendo válida junto a uma assinatura digital. Todos os Estados Brasileiros e o Distrito Federal já trabalham com plataforma digital e as Prefeituras também estão se atualizando para trabalhar com as versões eletrônicas das Notas Fiscais.
Quais são os tipos de Nota Fiscal Eletrônica existentes no Brasil?
No Brasil existem diferentes tipos de Nota Fiscal Eletrônica para cobrir várias especificidades criadas ao longo do tempo. Mas, em relação à Nota Fiscal Eletrônica, temos principalmente 4 tipos usados pelas empresas.
NF-e: Nota Fiscal Eltrônica de Produtos ou Mercadorias
Apesar do nome genérico, a NF-e busca registrar somente as transações de Produtos e Mercadorias. Normalmente são bens físicos e tangíveis comercializados entre as partes. Esta versão eletrônica foi criada para substituir os modelos antigos 1 e 1A. Dado o seu foco, a NF-e está relacionada à cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e ao Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Este tipo de Nota Fiscal deve ser emitido junto às Secretarias Estaduais da Fazenda. Como exemplo, pense em uma loja virtual (e-commerce) que vende vinhos. Esta empresa deverá emitir a NF-e para o cliente e ainda garantir que junto à entrega do produto (as garrafas) esteja um Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (DANFE) para comprovar a transação.
NFC-e: Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica
Outro tipo de Nota Fiscal Eletrônica é a NFC-e. Cuidado para não confundir com a uma NF-e. A princípio, esta Nota Fiscal se parece muito à uma NF-e de Produtos e Mercadorias. Este documento eletrônico pretende substituir as notas fiscais de venda ao consumidor (modelo 2) e Cupom Fiscal emitido por uma impressora ECF. Por isso, a NFC-e está intimamente ligado ao mundo do varejo e comércio. É o tipo de Nota Fiscal emitido por Supermercados, Farmácias, Açougues, Restaurantes, Bares e afins. O grande motivador da NFC-e é a digitalização da emissão do cupom fiscal através da comunicação direta com a SEFAZ para cada venda, de forma que o cliente final pode consultar todas as notas fiscais emitidas. O documento impresso do NFC-e, a DANFE, deve ser impressa para o cliente no momento da venda, como o cupom fiscal. Esse papel impresso contém a chave de acesso e o famoso QR Code para que o consumidor final consulte a validade do cupom fiscal.
NFS-e: Nota Fiscal de Serviços Eletrônica
Este tipo de Nota Fiscal Eletrônica é necessário para comprovação da prestação de serviços de uma empresa para pessoa física ou outra empresa. Ela foi criada para substituir a antiga Declaração de Serviço que era exigida pelos municípios brasileiros. A NFS-e deve ser emitida junto à prefeitura na qual está registrado o CNPJ do prestador de serviço (empresa), independentemente de onde está o tomador de serviço (cliente/usuário). Do ponto de vista tributário, a NFS-e está ligada principalmente ao Imposto sobre Serviços Prestados (ISS), de competência municipal. Grande parte das Pequenas e Médias Empresas (PME) no Brasil se enquadra na necessidade de emissão de NFS-e. Por exemplo: uma startup de tecnologia que venda uma assinatura mensal para o uso do serviço como software (SaaS). Ou um palestrante que ministre cursos presenciais ou venda vídeo-aulas. A NFS-e também é bastante relevante para o universo de profissionais autônomos que prestam diferentes tipos de serviços, como Advogados, Médicos, Nutricionistas, Publicitários, e muito mais.
CT-e: Conhecimento de Transporte Eletrônico
Como o próprio nome sugere, este tipo de Nota Fiscal Eletrônica é necessária para transportes de cargas, seja rodoviário, aéreo, ferroviário ou fluvial. A CT-e busca reduzir as incongruências de bens transportados entre o ponto de origem e destino, aumentando a eficiência e legalidade de todo o processo. Além disso, tem papel importante de checagem de alíquotas do ICMS em transportes interestaduais. Com a entrada do modelo CT-e vimos a substituição dos Modelos 7, 8, 9, 10, 11 e 27 de Nota Fiscal.
Quais os benefícios e vantagens da emissão dos diferentes tipos de Nota Fiscal Eletrônica?
Como você deve ter percebido, a Nota Fiscal possui um papel importante no dia-a-dia dos negócios e traz uma série de benefícios e vantagens em sua versão eletrônica.
Como alguns exemplos, podemos citar:
  • Possibilidade de automação (ganho de escala);
  • Mais eficiência em todo o processo;
  • Redução de custos administrativo-financeiros;
  • Maior padronização de campos e dados;
  • Maior confiança e credibilidade das nota fiscais geradas;
  • Aumento dos pontos de vendas sem autorização do Fisco;
  • Integração com plataforma de gestão financeira;
  • Integração com plataformas de venda físicas e virtuais.

Fonte: https://nfe.io

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Operar em um país de dimensões continentais como Brasil, já representaria um enorme esforço para qualquer empresa. Quando analisamos o segmento varejista, além do desafio logístico natural ao setor, surge ainda a complexidade de processos administrativos e tributários que só com a adoção da automatização foi possível conquistar dinamismo, diminuição de erros e riscos e, acima de tudo, redução de custos das operações.
 
Dentro desse cenário, os processos administrativos vêm recebendo atenção há anos com a automação comercial por parte dos varejistas, que durante décadas investiu fortemente em tecnologia, infraestrutura e serviços, o que lhes garantiu um maior controle de suas operações como gestão de estoque, controle de finanças, fluxo de caixa, dentre outros.
Mas além deste, outro processo que anda lado a lado à automação comercial é a automação fiscal. Mesmo agindo de maneiras independentes uma da outra, ambas se fazem extremamente necessárias para conquistar maior lucratividade e competitividade em um país como Brasil, tendo em vista que temos uma das maiores cargas tributárias no mundo e recentemente ainda sofremos com o aumento das alíquotas de PIS/Cofins para o combustível, o que deixou o varejo ainda mais em estado de atenção. 
De acordo com o Banco Mundial, empresas brasileiras gastam em média 2.038 horas ao ano com impostos. Por isso, ao olharmos para o varejo precisamos ter em mente a quantidade de tributos e regras tributárias que um único estabelecimento deve arcar para estar em dia com suas obrigações fiscais. Para se ter uma ideia dessa complexidade e variações de tributárias, existe toda uma diversidade de jurisdição e regulações, as quais tem suas variações em âmbito estadual, municipal e federal. Em um cenário de alta complexidade como este, o caminho para a eficiência passa obrigatoriamente por uma gestão integrada e unificada de processos que vão desde o mais simples cadastro de parceiros de negócio até a emissão de documentos fiscais (NFe, CT-e, MDF-e, NFC-e) e seus impactos no cálculo e determinação de impostos, créditos tributários e na entrega de obrigações acessórias e relacionamento com as autoridades tributárias.
Um exemplo clássico deste processo de automação fiscal é o advento dos documentos fiscais eletrônicos, como a NFe e CT-e, os quais permitem às autoridades tributárias acesso em tempo real a todas as transações de um contribuinte, além de todos os participantes na transação. Na mais recente evolução deste processo, o manifesto eletrônico do destinatário, deu às empresas a possibilidade de agirem com antecedência a eventos não planejados, divergentes e fraudes, eliminando ineficiências e riscos tão logo um evento seja registrado no sistema público. Este nível de automação é incomparável a qualquer outro processo uma década atrás.
Com o avanço da tecnologia já é possível fazer o monitoramento e atualização de sistemas em tempo real, com soluções em nuvem e capazes de atender aos mais diferentes requisitos exigidos pelo governo, tais como cálculo transacional de impostos, geração de documentos eletrônicos, monitoramento de alterações tributárias (alíquotas, reduções de base de cálculo, MVAs, dentre outros), auditoria, monitoramento e conformidade de obrigações fiscais acessórias, verificação na comunicação eletrônica às autoridades fiscais brasileiras (Sped), dentre outros, com conteúdo e regras sempre atualizados e com alta disponibilidade. Tudo operando de forma integrada para melhorar a governança, minimizando o risco fiscal, automatizando operações fiscais, o que além de garantir o cumprimento correto das obrigatoriedades brasileiras, permite às empresas o melhor aproveitamento de recursos em análise e otimização de resultados. Estes são passos essenciais para que as empresas se preparem para a nova onda de tecnologias preditivas e de análise disponíveis e que permitiram ações ainda mais rápidas e efetivas para sua operação.
*Leonardo Nogueira é diretor de produtos da Avalara Brasil.
 
 
Fonte da notícia: http://computerworld.com.br/
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Uma pesquisa indicou que “tarefas irrelevantes” respondem por 12% do desperdício do tempo em empresas – trata-se da terceira maior causa apontada relativa à falta de produtividade, atrás apenas de reuniões improdutivas (32%) e do excesso de e-mails (29%). Encontrar meios de automatizar processos em diferentes áreas pode se tornar um diferencial positivo para as empresas, contribuindo para a melhoria da produtividade e ganho de tempo no cumprimento das tarefas.
Equipar setores, como o comercial e o estoque, com os dispositivos corretos auxilia a melhorar o desempenho dos colaboradores, sobretudo se também houver aporte de recursos na capacitação dos profissionais. Na área financeira, o uso de um sistema de gestão aliado a equipamentos, como leitores de código de barras, por exemplo, resulta em menos erros de transcrições, mais agilidade em processos internos e mais transparência na comunicação entre departamentos e na relação com os consumidores.
Dentro de um estoque, os coletores de dados facilitam o trabalho de catálogo de produtos e, se aliados a um controle de itens, garantem que as informações estejam sempre atualizadas. Dessa forma, evita-se a ocorrência de erros relacionados ao controle do estoque, como a falta de um produto, e facilita o gerenciamento, permitindo um planejamento mais simples das ações do dia a dia, assim como uma melhoria da previsão de entrada e saída de itens.
“Diversos departamentos podem se beneficiar da automação comercial. Tarefas consideradas irrelevantes ou improdutivas pelos colaboradores, por serem repetitivas ou por tomarem mais tempo do que deveriam, podem, de fato, ser otimizadas, garantindo que esses profissionais se foquem especificamente nas atividades importantes para a companhia”, explica Jaime Peters Junior, sócio-diretor da Bz Tech.
Necessidade de mais produtividade
Uma pesquisa conduzida pela The Conference Board e divulgada em 2016 mostrou que o Brasil teve uma redução de 3% em sua produtividade em 2015. Esse resultado foi o segundo pior desempenho da América Latina, atrás apenas da Venezuela, que registrou uma queda de 7,6%. A pesquisa foi realizada em um momento de recessão econômica, por esse motivo os fatores macroeconômicos atrapalharam a performance das companhias.
Apesar das dificuldades externas, existem fatores que dependem diretamente da atuação das empresas na avaliação da produtividade. Segundo a pesquisa, as empresas brasileiras atingem somente 24% do rendimento das encontradas nos Estados Unidos. A percepção do estudo é de que existem três fatores que interferem no desempenho das empresas: a melhoria das práticas de gestão, o investimento em inovação e o aumento de velocidade no ganho das habilidades dos trabalhadores.








Fonte: exame.abril.com.br
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A Nota Fiscal do Consumidor Eletrônico (NFC-e) é um documento emitido para pessoas físicas e empresas que não sejam contribuintes. Ou seja, é uma nota fiscal fornecida ao consumidor final. A NFC-e foi criada para substituir o Cupom Fiscal e o Emissor de Cupom Fiscal, impressora fiscal certificada pela Receita Federal, cujo custo de aquisição e manutenção é bem elevado para as condições de determinados estabelecimentos empresariais. O equipamento custa mais de R$ 2 mil, enquanto que o preço da impressora para a NFC-e pode custar até metade desse valor. A NFC-e pode ser emitida em qualquer impressora.
Quais os benefícios que a NFC-e proporciona às empresas?
Ao passar a emitir a NFC-e, o comerciante não terá que comprar o Emissor de Cupom Fiscal Eletrônico (ECF), que é um equipamento caro tanto na aquisição quanto na manutenção. Ou seja, o custo operacional da empresa será menor em comparação com os gastos que a organização tem para manter o ECF. Com isso, é possível ter um número maior de caixas no estabelecimento. Outras vantagens propiciadas pela NFC-e é a possibilidade de abrir e fechar o caixa a qualquer momento. Uma vez que não existe a leitura Z; efetuar vendas móveis e reduzir a burocracia do negócio.
Como a NFC-e é emitido e enviado pela internet ao e-mail do cliente há uma redução significativa de custos de papel. O cliente também poderá acessar o documento através do QR Code impresso no documento. Também é possível emitir a NFC-e através do smartphone e tablet. O comerciante não precisa de autorização para o equipamento que será utilizado nem homologar o software junto à Receita Federal. As filiais de uma empresa não precisam obter, cada uma, o certificado digital para assinar as NF-e/NFC-e. O certificado da matriz poderá ser utilizado por todas as filiais.

A NFC-e é vantajoso para o consumidor?
A empresa que utiliza a NFC-e melhora a qualidade do atendimento ao consumidor. O sistema possibilita a redução de filas, torna o atendimento mais rápido e flexível, proporciona ao cliente muito mais segurança no processo de compra e permite a verificação, em tempo real, da validade das compras efetuadas. Quando o consumidor efetua uma compra pela internet, por exemplo, ele recebe, no e-mail que cadastrou, além da confirmação do negócio, a NFC-e.
O consumidor poderá consultar os dados da compra acessando o portal da Secretaria de Fazenda do Estado, informado no DANFE NFC-e. Com o smartphone, é possível fazer a leitura do QR Code ou digitar os números da Chave de Acesso.
Quando o consumidor precisar trocar um produto ou solicitar algum serviço no prazo de garantia, não será necessário apresentar o DANFE NFC-e, porque todas as informações estarão no portal da Secretaria da Fazenda. Ou seja, é possível acessar as informações em qualquer local, conectado à internet. O Certificado Digital da empresa é válido para o termo de garantia e a troca da mercadoria.
A NFC-e proporciona outros benefícios para a sociedade, como a redução do consumo de papel, com impacto ambiental positivo; estímulo ao desenvolvimento e utilização de novas tecnologias; crescimento do comércio eletrônico; padronização de transações eletrônicas entre as empresas; e novas oportunidades de negócios. Possibilitando a geração de emprego e renda no setor de tecnologia de informação.
Para os profissionais que atuam no setor de Contabilidade, a documentação fiscal eletrônica é muito vantajosa: simplifica e facilita a escrituração contábil e fiscal e possibilita o Gerenciamento Eletrônico de Documentos (GDE). Além de abrir espaço no mercado para serviços de consultoria.
Com a nota fiscal eletrônica, o Fisco consegue melhorar o controle fiscal e o compartilhamento de dados. Também reduz custos no controle de documentação fiscal de mercadorias em trânsito, reduz a sonegação fiscal e, em consequência, resulta em aumento da arrecadação tributária.

O que é necessário saber para emitir a nota fiscal eletrônica?

O primeiro passo é verificar se o regime de tributação de sua empresa possibilita o uso da nota fiscal eletrônica. Consulte o contador da empresa para obter as orientações. O certificado digital é necessário para validar a nota fiscal eletrônica. A assinatura eletrônica garante a autenticidade do documento e a empresa emitente. O certificado é obtido junto à Autoridade Certificadora, cadastrada junto à Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileiras.
É necessário efetuar o cadastramento junto à Secretaria da Fazenda no estado onde a empresa está sediada. No início, o credenciamento pode ser feito como “em homologação”. Ou seja, as notas não serão encaminhadas oficialmente enquanto a empresa não receber todo o treinamento para emitir a NF-e. Quando a empresa estiver apta, é só selecionar a opção “em produção” para que os arquivos sejam oficialmente encaminhados à Secretaria da Fazenda.

Quais os tipos de Nota Fiscal Eletrônica?

A NF-e substitui as notas fiscais Modelo 1 e 1A, em transações de venda e prestação de serviços com cobrança de ICMS. A NFS-e pode substituir a Declaração de Serviço, exigida pela Municipalidade, devido à cobrança do Imposto Sobre Serviço (ISS). O documento Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) é utilizado para substituir vários documentos fiscais relativos ao transporte de cargas.

O MEI é obrigado a utilizar a NFC-e?

A emissão da Nota Fiscal Eletrônica, por enquanto, não é obrigatória para o Microempreendedor Individual (MEI). Mesmo em operações interestaduais. O MEI tem que emitir Nota Fiscal relativa a vendas e prestação de serviços a pessoas jurídicas, seja qual for o porte da empresa. Porém, para o consumidor final, o MEI não é obrigado a emitir o documento fiscal. A exceção se da se o cliente exigir a nota fiscal.

(Fonte: blog.egestor.com.br)
 

Obrigatoriedade da NFC-e

As obrigatoriedades para a NFC-e estão definidas na Portaria GSER 259/2014, para as seguintes datas:

 

- A partir de 1º de julho de 2015: os estabelecimentos varejistas com faturamento superior a R$ 25.000.000,00 (vinte e cinco milhões de reais) no exercício de 2013, bem como as empresas inscritas no Estado da Paraíba a partir de 1º de julho de 2015 classificadas na atividade de comércio varejista caso se enquadrem nas disposições do art. 338 do RICMS-PB (obrigatoriedade ECF).

- A partir de 1º de agosto de 2015: os estabelecimentos do comércio varejista de combustíveis para automóveis (CNAE 4731-8/00) e do comércio varejista de GLP (CNAE 4784-9/00)

- A partir de 1º de outubro de 2015: Bares, Restaurantes, Lanchonetes e Similares (CNAES 5510-8/01, 5611-2/03, 5611-2/01, 5611-2/02, 5620-1/02, 5620-1/03, 5620-1/04)

- A partir de 1º de janeiro de 2016: os estabelecimentos varejistas com faturamento superior a R$ 9.000.000,00 (nove milhões de reais) no exercício de 2013.

 - A partir de 1º de julho de 2016: os estabelecimentos varejistas com faturamento superior a R$ 5.500.000,00 (cinco milhões e quinhentos mil reais) no exercício de 2014.

 - A partir de 1º de janeiro de 2017: os estabelecimentos varejistas com faturamento superior a R$ 3.600.000,00 (três milhões e seiscentos mil reais) no exercício de 2014.

 - A partir de 1º de julho de 2017: os demais estabelecimentos varejistas enquadrados no art. 338 (obrigatoriedade ECF) do Regulamento do ICMS-PB.

 

Fonte: 

http://www.receita.pb.gov.br/idxserv_nfceobrigatoriedade.php